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quarta-feira, outubro 31, 2007
sexta-feira, maio 18, 2007
sábado, abril 14, 2007
Sobre a Amizade
"Nenhum indício melhor se pode ter a respeito de um homem do que a companhia que frequenta: o que tem companheiros decentes e honestos adquire, merecidamente, bom nome, porque é impossível que não tenha alguma semelhança com eles."
Adam Parfrey
Eis aqui, amigos ou nem tanto, conhecidos ou pessoas que nos conhecem, leitores casuais, indivíduos cuja sanidade mental está gravemente comprometida, isto é, leitores assíduos, ou pobres errantes que aqui naufragaram, o segredo, a chave, o elemento que faltava!
Durante muito tempo, muita gente se perguntou o porquê da nossa sobrevivência em ambiente tão hostil, para o qual sempre estivémos biológica e socialmente desadaptadas.
Neste ponto estareis vós a elaborar complexos raciocínios sobre adaptações evolutivas, vantagens competitivas e outros conceitos enfadonhos excisados da patologia cerebral auto-infligida que é a Biologia de 12º ano. Deixem-se disso.
O único motivo pelo qual ainda andamos por aqui a chatear a moina ao povo é porque sabemos escolher as companhias. Não acreditam? Tenho como provar.
Hoje, não sei muito bem que dia de um certo mês, foi postada no blog da Vinicultuna, esse das vagas ideias e algumas lamúrias, a letra de uma música de António Variações, pelo que me constou "uma dedicatória às BioBácas, em tom de surpresa".
Tendo em conta o título, Erva Daninha a Alastrar!, e a parte que, pelo facto se encontar a negrito, deduzo ser la creme de la creme da dita homenagem, e passo a citar "Porque não sei se quero polir / Também não sei se me quero limar / Também não sei se quero fugir deste animal / E eu não vou mudar!", sinto-me na liberdade de afirmar que não poderíamos, ainda que tentássemos, encontrar companheiros mais decentes e honestos que estes.
Posto isto, e adivinhando a vossa aprovação, retiro a proposta de inimizade pública feita a este grande grupos de tunos, já que, como se diz por ai, "com amigos destes, quem precisa de inimigos?".
Adam Parfrey
Eis aqui, amigos ou nem tanto, conhecidos ou pessoas que nos conhecem, leitores casuais, indivíduos cuja sanidade mental está gravemente comprometida, isto é, leitores assíduos, ou pobres errantes que aqui naufragaram, o segredo, a chave, o elemento que faltava!
Durante muito tempo, muita gente se perguntou o porquê da nossa sobrevivência em ambiente tão hostil, para o qual sempre estivémos biológica e socialmente desadaptadas.
Neste ponto estareis vós a elaborar complexos raciocínios sobre adaptações evolutivas, vantagens competitivas e outros conceitos enfadonhos excisados da patologia cerebral auto-infligida que é a Biologia de 12º ano. Deixem-se disso.
O único motivo pelo qual ainda andamos por aqui a chatear a moina ao povo é porque sabemos escolher as companhias. Não acreditam? Tenho como provar.
Hoje, não sei muito bem que dia de um certo mês, foi postada no blog da Vinicultuna, esse das vagas ideias e algumas lamúrias, a letra de uma música de António Variações, pelo que me constou "uma dedicatória às BioBácas, em tom de surpresa".
Tendo em conta o título, Erva Daninha a Alastrar!, e a parte que, pelo facto se encontar a negrito, deduzo ser la creme de la creme da dita homenagem, e passo a citar "Porque não sei se quero polir / Também não sei se me quero limar / Também não sei se quero fugir deste animal / E eu não vou mudar!", sinto-me na liberdade de afirmar que não poderíamos, ainda que tentássemos, encontrar companheiros mais decentes e honestos que estes.
Posto isto, e adivinhando a vossa aprovação, retiro a proposta de inimizade pública feita a este grande grupos de tunos, já que, como se diz por ai, "com amigos destes, quem precisa de inimigos?".
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Clarificando a burocracia
Vendo que a Proposta Oficial de Inimizade Oferecida (POIO) que as Biobácas de Biomédicas - Malte apresentaram à Vinicultuna de Biomédicas - Tinto continua pendente no espaço e tempo, venho por este meio clarificar o que esta proposta implica em toda a sua extensão.
1- Olhares de desprezo aquando da passagem de um membro da Vinicultuna de Biomédicas - Tinto por parte de qualquer elemento das Biobácas de Biomédicas - Malte pelos corredores do ICBAS e/ou qualquer tasca/restaurante/snack/antro.
2- Insultos e difamação (tais como "A Vinicultuna cheira mal da boca"; "A Vinicultuna bebe como uma menina de 5 anos").
3- Rapto e assassínio brutal da Vaca Verde com posterior transmissão no TV ICBAS.
4- Profanação de objectos pertencentes à Vinicultuna de Biomédicas - Tinto, de formas brutalmente obscenas.
1- Olhares de desprezo aquando da passagem de um membro da Vinicultuna de Biomédicas - Tinto por parte de qualquer elemento das Biobácas de Biomédicas - Malte pelos corredores do ICBAS e/ou qualquer tasca/restaurante/snack/antro.
2- Insultos e difamação (tais como "A Vinicultuna cheira mal da boca"; "A Vinicultuna bebe como uma menina de 5 anos").
3- Rapto e assassínio brutal da Vaca Verde com posterior transmissão no TV ICBAS.
4- Profanação de objectos pertencentes à Vinicultuna de Biomédicas - Tinto, de formas brutalmente obscenas.
quinta-feira, setembro 14, 2006
O Baquedo e as privações
Saudações meus amigos...
A Pilinha que hoje vos fala é uma Báca mudada, transformada, calejada pela vida, pelo sofrimento, pela privação. Uma Pilinha que vocês nunca tinham conhecido.
Uma Pilinha castigada pela Liga, com um mês de inactividade e possibilidade de agravação de pena... Uma craque emprestada contra a sua vontade a um clube rasca e da Regional.P
Pois digo-vos, meus amigos... Pilinha sobreviverá! E voltará aos grandes palcos... ás grandes exibições, com o público e as colegas de equipa ao rubro.
Já falta pouco!
Amo-vos!
A Pilinha que hoje vos fala é uma Báca mudada, transformada, calejada pela vida, pelo sofrimento, pela privação. Uma Pilinha que vocês nunca tinham conhecido.
Uma Pilinha castigada pela Liga, com um mês de inactividade e possibilidade de agravação de pena... Uma craque emprestada contra a sua vontade a um clube rasca e da Regional.P
Pois digo-vos, meus amigos... Pilinha sobreviverá! E voltará aos grandes palcos... ás grandes exibições, com o público e as colegas de equipa ao rubro.
Já falta pouco!
Amo-vos!
quinta-feira, agosto 31, 2006
quarta-feira, agosto 09, 2006
Comparativamente
Se Dantas representava a meta da decadência mental, acho que as BioBacas poderiam representar a meta da decadência alcoólico-reflexiva, o que ligaria bem com o estado de espírito permanente dos membros que as compõem.
Tomaremos então em nossas mãos este título até que alguém o tente tomar como seu, e prove ter maior legitimidade em ostentá-lo.
Tomaremos então em nossas mãos este título até que alguém o tente tomar como seu, e prove ter maior legitimidade em ostentá-lo.
sábado, julho 22, 2006
Pilinha a caminho do blog...
Ora bá.. Saudações bovinas a todos aqueles que, por não terem vida, vêm para esta coisa tipo o éter chamada internet e encontraram este triste estrume de BioBáca...
Para começar, vou satisfazer a curiosidade das três ou quatro pessoas que conhecem essa instituição chamada BioBácas e se questionam sobre o motivo da minha ausência neste coiso... blog.
Pois muito bem, durante todo este tempo estive a caminho do blog (já tenho a sola da botinha toda gasta), ou seja, estive numa luta com esta coisa tipo televisão que acabou com o romantismo no Mundo e finalmente segui uns passos que me mandaram porque uma tal de Sirius me convidou para ir não sei onde.
E pronto, bá...
Áqueles que estão decepcionados com o meu texto (recuso-me a chamar-lhe post, embora ele seja pouco digno de um nome que não seja uma parvoíce em inglês do mundo do éter), tenho a dizer que daqui para a frente não vai ser muito melhor, mas dou-vos a boa notícia de que, dada a minha dificuldade em lidar com estas máquinas da mocidade, as minhas aparições vão ser quase tão raras como as da Nossa Senhora.
Amo-vos minhas Baquinhas!
Para começar, vou satisfazer a curiosidade das três ou quatro pessoas que conhecem essa instituição chamada BioBácas e se questionam sobre o motivo da minha ausência neste coiso... blog.
Pois muito bem, durante todo este tempo estive a caminho do blog (já tenho a sola da botinha toda gasta), ou seja, estive numa luta com esta coisa tipo televisão que acabou com o romantismo no Mundo e finalmente segui uns passos que me mandaram porque uma tal de Sirius me convidou para ir não sei onde.
E pronto, bá...
Áqueles que estão decepcionados com o meu texto (recuso-me a chamar-lhe post, embora ele seja pouco digno de um nome que não seja uma parvoíce em inglês do mundo do éter), tenho a dizer que daqui para a frente não vai ser muito melhor, mas dou-vos a boa notícia de que, dada a minha dificuldade em lidar com estas máquinas da mocidade, as minhas aparições vão ser quase tão raras como as da Nossa Senhora.
Amo-vos minhas Baquinhas!
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